Sexta-feira, 21 de setembro de 2018

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14/09/2018 - 17h21 / Atualizada 14/09/2018 - 17h24



“É na UEPG que estão as respostas para os desafios da cidade”, diz Miguel Sanches Neto


Reitor da UEPG destaca importância da instituição para o desenvolvimento do município e quer garantir parcerias para viabilizar retorno social


por Assessoria de Imprensa

 

Ponta Grossa completa 195 anos neste sábado (15). Nos últimos 69 anos, a história do município se confundiu (e se entrelaçou) com a trajetória da Universidade Estadual de Ponta Grossa (UEPG). Próxima de completar dois séculos de emancipação política, Ponta Grossa enfrenta uma série de desafios nos campos social, cultural, econômico e educacional. Na visão de Miguel Sanches Neto, reitor da UEPG, as respostas para estes e outros desafios passam pelo trabalho desenvolvido na graduação, pós-graduação, pesquisa e extensão da UEPG.

Ao falar sobre a data comemorada neste sábado, Miguel lembra que a história da Princesa dos Campos (maneira como Ponta Grossa é conhecida) pode ser dividida em três grandes fases. A primeira delas é marcada pelo tropeirismo que deu início ao processo de urbanização do município. A segunda diz respeito à inauguração de estradas de ferro que dariam indícios da vocação ferroviária e viária da cidade. A terceira fase, iniciada a partir de 1950, é marcada pela criação de faculdades independentes que, em 1969, deram origem a UEPG.

“Com a criação da UEPG, Ponta Grossa se transformou também em um polo educacional e científico. Hoje o município atrai estudantes e professores de vários lugares do Brasil e do mundo. Essas pessoas de grande capacidade técnica e intelectual vem pra cá estudar, trabalhar e se aperfeiçoar”, destacou Miguel. O reitor lembra ainda que, mesmo diante da expansão do campo do ensino superior privado, a UEPG é ainda a instituição com maior variedade de cursos e que sustenta um sistema de ensino, pesquisa e extensão robusto.

Ao lado do professor Everson Krum, vice-reitor, Miguel foi empossado no comando da Universidade no último dia 31 de agosto. Para os próximos quatro anos, Sanches Neto e Krum querem valorizar o potencial científico e técnico representado pela UEPG. “Queremos fazer com que a instituição cresça, principalmente no que diz respeito a uma maior relação dos conhecimentos e serviços presentes dentro da UEPG com a comunidade princesina”, contou Miguel.

Para efetivar esse crescimento, a equipe comandada por Miguel e Everson traçará um plano estratégico de desenvolvimento para aproximar a UEPG dos moradores de Ponta Grossa. “Queremos buscar parcerias para efetivar essa vocação de impacto no desenvolvimento local e regional que a Universidade possui. Nosso objetivo é marcar a administração por uma política de parceria com todas as instituições dos Campos Gerais, desde a Prefeitura à associações profissionais”, explicou o reitor.

Contribuição dos cursos da UEPG

Ao falar sobre a contribuição da UEPG para o desenvolvimento de Ponta Grossa, Miguel Sanches Neto destacou que vários cursos de graduação da Universidade têm legados relevantes junto à comunidade. “É na universidade pública que estarão as respostas para os desafios futuros de PG e dos Campos Gerais, temos certeza disso”, contou Miguel. O reitor lembrou a contribuição dada pelo curso de Agronomia da Instituição para o desenvolvimento da agricultura e preservação do solo em Ponta Grossa e nos Campos Gerais - hoje a produção do campo tem importância central na balança econômica da região.

O reitor destacou ainda a importância dos cursos de saúde da Instituição, especialmente com a criação do Hospital Universitário Regional dos Campos Gerais (HURCG), administrado pela UEPG. “As atividades desenvolvidas no HU contam com o apoio de estudantes e professores de diferentes cursos do campo da saúde. Essa é uma resposta efetiva a um problema histórico de Ponta Grossa e dos Campos Gerais que é o atendimento de saúde, especialmente às especialidades e o serviço de média complexidade”, disse.

Legado da UEPG na indústria e na sociedade

Para Sanches Neto, graduações como as de Engenharia de Alimentos e Engenharia de Materiais também têm deixado um legado de aspectos positivos para a cidade e para a região. O reitor citou às transferências de tecnologia feitas pelos profissionais do curso de Alimentos aos produtores de queijo. Além disso, Miguel citou a parceria firmada através do professor Sidnei Pianaro, do curso de Materiais, na criação de uma patente utilizada na construção civil e que recebeu um aporte significativo de uma empresa do setor.

Miguel citou ainda a importância dos cursos de licenciatura, nas diferentes áreas, para garantir uma formação humanística à sociedade princesina. “A universidade pública é muito mais do que formar um aluno de graduação, formam-se também extensionistas, pesquisadores e formadores de opinião. Os cursos de licenciatura tem importância central nesse legado mais humanístico e cultural da UEPG”, apontou o reitor.

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