Terça-feira, 16 de outubro de 2018

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08/10/2018 - 17h10 / Atualizada 08/10/2018 - 18h23



UEPG inicia atendimento do projeto Pró-Servidor


O projeto é itinerante e vai, nos três últimos meses de 2018, atender os agentes universitários em três espaços: no ambulatório do Campus Central, no Ambulatório do Campus de Uvaranas e na Fazenda Escola


por Assessoria de Imprensa

Como parte das ações propostas em campanha pela Reitoria da UEPG, o Projeto Pró-Servidor iniciou atividades, nesta segunda-feira (08 de outubro), no Ambulatório do Campus Central. O objetivo é promover a atenção à saúde e à qualidade de vida dos cerca de mil agentes universitários da instituição.

Para participar do projeto, os agentes universitários devem fazer agendamento prévio pelo telefone 3220 3469, com a Diretoria de Qualidade de Vida no Trabalho da Prorh (Pró-Reitoria de Relações Humanas) da UEPG. O projeto é itinerante e vai, nos três últimos meses do ano, atender os agentes universitários em três espaços: no ambulatório do Campus Central, no Ambulatório do Campus de Uvaranas e na Fazenda Escola.

A equipe do projeto é interdisciplinar. Conta com a participação de 18 residentes e 2 estagiários do HU-UEPG, e é coordenado pelas professora Cristina Fadel, do Departamento de Odontologia; Danielle Bordin, do Departamento de Enfermagem e Saúde Pública da instituição; e Guilherme Arcaro, professor colaborador de Enfermagem e Saúde Pública. A diretora acadêmica do hospital, Luciane Cabral, viabilizou a participação dos residentes no projeto.

A professora Cristina Fadel explica que a ideia é identificar as demandas para o atendimento ao agente universitário a partir de uma rede de atendimento, aproveitando o que já existe na UEPG. A diretora do HU, Luciane Cabral, observa que o projeto visa o atendimento interdisciplinar – e a busca da integralidade do cuidado à saúde do servidor, além de fortalecer a parceria entre o Hospital Universitário e a UEPG. Sobre a organização dos atendimentos, Danielle Bordin diz “fizemos cinco treinamentos-piloto para estabelecer um protocolo de atendimento, definição de tempo ideal de atendimento e preparo da equipe”.

Etapas e Estrutura

A primeira etapa de atenção ocorre quando servidor vai para a estação de acolhimento. Neste local, ele tem atendimento do residente em Serviço Social, que recolhe informações como estilo de vida, dados socioeconômicos, doenças crônicas, avaliação de ansiedade e ânimo do trabalhador. Após essa avaliação, dependendo das informações registradas, passa para as demais estações: enfermagem, odontologia e fisioterapia. Na sequência, ao fim do atendimento, ele retorna e tem a resposta das avaliações.

Fases do projeto

Nessa primeira etapa, que vai até dezembro, o objetivo é identificar as demandas e diagnóstico de saúde do servidor.  Na segunda fase, ocorre a identificação dos problemas prioritários de saúde. A terceira etapa caracteriza-se por ações multiprofissionais em saúde individuais e coletivas. A última etapa será o acompanhamento e avaliação dos problemas de saúde. Quando do término dos três meses de atendimento (por agendamento), o servidor recebe via e-mail, o encaminhamento para as atividades da segunda fase, a exemplo de natação, exercícios físicos e fisioterapia, voltadas ao tratamento dos problemas identificados.

Para estruturar o projeto do Pró-Servidor foram realizados cinco treinamentos-piloto, segundo a professora Cristina Fadel. A ação teve como propósito identificar as demandas dos agentes universitários que são em torno de mil. O que se verificou, nesse aspecto, foi a grande procura por serviços odontológicos. “A demanda maior foi por prótese, por isso, houve contato com o curso de Odontologia”. Também em atenção às demandas registradas, a coordenadora ressalta o atendimento da equipe multiprofissional formada por residentes, da Odontologia, Serviço Social, Farmácia e Medicina.

A coordenadora assinala que o projeto surge como um cenário de prática para os residentes do HU-UEPG. Também enfatiza que o projeto de extensão está vinculado com a Diretoria de Qualidade de Vida no Trabalho da PRORH, que tem à frente Celso Bilynkievycz dos Santos, que está bem próximo da coordenação do projeto. “A diretoria de Qualidade de Vida do Trabalhador vai ser nosso elo para que os servidores possam se integrar ao projeto e realizar seus agendamentos”, diz a professora Cristina, enfatizando que o projeto não atende por livre demanda (não há filas), só por agendamento. A professora convida os agentes universitários a participarem do projeto desenvolvido para atendr à sua saúde e qualidade de vida.

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